sábado, 24 de agosto de 2013


           PORQUE HOJE É SÁBADO

quarta-feira, 21 de agosto de 2013


                                  HANNAH ARENDT -FILME

    Trata da história de uma judia que sofreu na pele, todas as violências e preconceitos de uma época. Foi prisioneira em um campo de concentração da alemanha hitlerista e depois (talvez até hoje) de uma mentalidade burocrática e preconceituosa durante e depois da  segunda guerra,  Por defender suas idéias ,colocando em xeque o pensamento mediano de uma intelectualidade acadêmica. Hannah Arendt, filósofa de formação e pensadora política por consequência,ao posicionar-se de uma maneira diferente da grande opinião pública durante o julgamento de Adolf Heichmann , obriga a uma reflexão mais ampla e profunda em relação ao assunto. O filme,em momento algum cede ao fácil ou caricato. Tratado com muita seriedade,mantem o centro da ação à discussão da idéia central da "Banalização do mal" termo criado pela filósofa para exprimir e explicar o que enxergou neste julgamento. Dirigido pela alemã Margarethe Von Trotta,faz justiça a uma judia que sabia pensar e teve a coragem de expressar. 

terça-feira, 20 de agosto de 2013

segunda-feira, 22 de julho de 2013

                                     
                                                    A COPA DO MUNDO É NOSSA !
Dias destes li um artigo sobre as atividades que mais faturam nos E.U.A. E pasme, não é a industria farmacêutica, nem a informática muito menos a industria da guerra.   A atividade que mais fatura e cria empregos nos EEUU, é a industria do entretenimento. Leia-se cinema,teatro,literatura,esportes, etc,etc. Nos E.U.A, a industria do Esporte gera 613 BILHÕES de dólares por ano. no Brasil, em média 31 Bilhões de dólares. Estes dados já estão desatualizados pois eram do ano de 2002,mas servem para dar uma idéia .  Nos EUA, SÓ a indústria do esporte  representa impressionantes 6,7% do PIB (Dados de 2002). 
  Onde quero chegar com estes números?? Na perfeita atitude do governo ao aprovar e apoiar o investimento na construção de novos estádios e de toda uma infra estrutura para a Copa do Mundo. Investimentos estes que vieram de vários setores, inclusive do próprio Governo Federal. 
   
         A parte dura desta história é ver cabeças coroadas e outras nem tanto, esgoelando-se contra ! Aliás, é o que a Classe Média brasileira mais sabe fazer. Reclamar. Reclamam de tudo,na maioria das vezes sem conhecer o assunto ou só de ouvir falar.    O lucro das construtoras e empreiteiras já foram classificado de roubo imediatamente. Como se empresas fossem trabalhar de graça.A discussão segue sem nenhum critério nem informação ,fomentada por aquele grupo que quer ver o circo pegar fogo. Não imaginam nem procuram  informar-se  sobre como funciona o sistema de financiamento público, ressarcimentos, garantias,etc,etc. Mas JÁ SABEM que estão roubando. Mas não é "privilégio" nosso. Foi assim na Copa da Inglaterra,Espanha, Alemanha, etc. A turma do "contra" se manifestando. Não compreendem  a importância destes estádios para os esportes no Brasil. Não entendem o significado do termo Qualidade. Que esta qualidade em qualquer setor faz um povo mais exigente para que o mesmo ocorra em outros. Que contribui enormemente para geração de empregos permanentes e melhor qualificação em todos os sentidos. Usei o exemplo Norte Americano pois é o mais emblemático e o que costumeiramente usamos como comparação.Agora não imagino os americanos do norte deixando a corrida espacial de lado porque custa caro e primeiro têm que socorrer a saude pública. Muita gente não compreende a importância de ambos.E olhem que a saúde pública nos EUA é um caos.

         A propósito. para a Copa de 2022 nos EUA, TODOS os estádios já estão prontos. E pagos...

sábado, 20 de julho de 2013


                                          Meu vizinho genocida
                                                                                   Contardo Calligaris 


Por que preferiríamos ser funcionários do horror a conviver com as incertezas do juízo moral?
Escrevi minha tese de doutorado de 1980 a 1991. No fundo, trata-se de um longa meditação sobre a ideia central de Hannah Arendt em "Eichmann em Jerusalém "" Um Relato sobre a Banalidade do Mal" (Companhia das Letras).
Por isso, era inevitável que eu corresse para ver o filme de Margarethe von Trotta, que acaba de estrear, "Hannah Arendt". Tanto mais que ele narra especificamente os anos da vida de Arendt em que ela assistiu ao processo de Eichmann e relatou sua experiência para os leitores da revista "The New Yorker" (e, logo depois, no livro que citei).
Os artigos foram recebidos por uma salva de injúrias e ameaças. Mas, quando eu me interessei pela questão, a ideia de Arendt em "Eichmann em Jerusalém" já era universalmente aceita no campo dos "Holocaust Studies". Nota: a palavra "holocausto" evoca para mim um sacrifício, como se as mortes pudessem ser algum tipo de expiação; por isso, prefiro a palavra genocídio, que diz a verdade sobre a intenção dos assassinos.
Mas vamos por partes. Adolf Eichmann, tenente-coronel da SS, foi responsável pela logística do genocídio dos judeus pela Alemanha nazista. Em 1960, enquanto vivia escondido na Argentina, Eichmann foi capturado pelo Mossad israelense e levado a Jerusalém para ser processado.
Nessa altura, Arendt já tinha publicado há tempos (em 1951) seu "Origens do Totalitarismo" (Companhia das Letras). Fato extraordinário para a época, Arendt examinava os totalitarismos do século 20 levando stalinismo e nazismo para um mesmo tribunal. Ela encontrava as origens do totalitarismo do século 20 no imperialismo colonialista e no racismo (ideias, convicções, tanto das elites como dos povos).
Pois bem, dez anos mais tarde, Arendt saía do processo de Eichmann pensando diferente: as convicções (por exemplo, antissemitas) dos funcionários do regime não bastavam para explicar o que os tinha transformado em assassinos genocidas, e o totalitarismo tinha sido possível não graças aos entusiasmos ideais de sua tropa, mas, ao contrário, graças a personagens quaisquer e banais, facilmente dispostos a abdicar sua faculdade de pensar.
Eichmann era um pateta --os filmados do processo, que o filme mostra, são extraordinários para sentir a

quarta-feira, 3 de julho de 2013

O GATINHO DE 40 BILHÕES DE REAIS.


                O GATINHO DE 40 BILHÕES DE REAIS.

Saí do bairro da Aclimação , 6 da manhã , com o dia  clareando. Destino Aeroporto  de guarulho, buscar amigos chegando de viagem. Dirijo pouco em São Paulo mas ando bastante. O carro com GPS não identificava  o endereço do aeroporto, então fomos no método tradicional. Duas horas depois,finalmente ,cheguei. O Pessoal já esperando há um bom tempo. Voltei contando as peripécias e as marchas e contra-marchas  para   conseguir chegar ao aeroporto. Um dos amigos, paulistano nato,  consolou-me dizendo que dirige DIÁRIAMENTE há mais de 30 anos em São Paulo e é comum perder-se momentaneamente e acabar dando voltas mais que o necessário.
               Meio –dia noticiário da Globo informa que segundo um levantamento feito por órgãos competentes o Trânsito em São Paulo custa aos paulistas a bagatela de 40 BILHÕES de reais por ano. 40 BILHÕES ! Do combustível ao tempo perdido em engarrafamentos sem fim. Fiquei pensando na minha pequena viagem até o aeroporto em que ,tateando no escuro consegui encontrar, pois a sinalização é simplesmente inexistente, ou muito precária. Fiquei imaginando se estes mesmos “Órgãos Competentes” que fizeram aquela avaliação do custo do trânsito ,seriam capazes  de calcular o tempo perdido  por milhares  pessoas ,diáriamente, tentando achar uma rua, uma avenida,um endereço qualquer. No tempo perdido até o motorista se dar conta que deveria ter mudado de pista a 100 metros atrás e agora não mais conseguir entrar por onde deveria seguir. Aquele tempo perdido da pequena desacelerada para conferir o reconhecimento de onde se quer ir e os quilômetros de carros atrás que também se obrigam a diminuir suas velocidades até pararem? Se parte deste dinheiro todo fosse investido em uma coisa simples chamada SINALIZAÇÃO , isto não poderia trazer uma contribuição enorme ao trânsito? Quem consegue calcular?? Não é possível que se persigam metas fantásticas  e  que  pequenas atitudes , de grandes resultados, acabem sendo mal feitas ou ignoradas? Será que se governos Estadual e Municipal resolvessem trabalhar juntos sinalizando ruas e avenidas, por cima, pelos lados e na própria pista não seria possível uma melhora considerável no trânsito?  Sabemos que o remédio ministrado diariamente em pequenas gotinhas curam  doenças graves. Uma atitude permanente dos órgãos competentes poderiam minimizar muito esta situação caótica. São Paulo e seus governantes tem a obrigação de colocarem os pés no chão. Não existe uma saída mágica. Nem solução sem muito trabalho. O mínimo,digo MÍNIMO que se pode fazer JÁ, AGORA, É SINALIZAR E ORIENTAR ESTE TRÂNSITO.  Pode não solucionar tudo, mas este problema fica resolvido. E pode-se ir tratando de outras atitudes.
   Quanto ao gatinho, um amigo falou-me que quando posta algum assunto relevante, pouca gente lê. Quando posta a foto de um gatinho,são centenas de curtidas,comentários e compartilhamentos. Talvez isto nos diga que devemos ter  grande parte da culpa do caos neste trânsito

terça-feira, 25 de junho de 2013


sábado, 22 de junho de 2013

     
   
                                  É belo ser jovem

            No “Guerra e Paz”, a certa altura Tolstói descreve a rapaziada fazendo estripulias e diz “As cabeças jovens foram feitas para dar cabeçadas; e como resistem!” A juventude é, geralmente, impetuosa. Nosso Geraldo Vandré sofismou quando disse “Quem sabe faz a hora...” Não era tão jovem, mas ainda o era um tanto. É lindo ver os jovens, cheios de energia, ousando, desafiando. Perfeito seria se eles soubessem realmente o caminho e fossem unidos.
            Alguém dirá que eles são unidos. Serão? Desconfio que ainda estamos muito distantes da necessária união para que tenhamos uma luta proveitosa. Os senhores da grana te um objetivo claro em comum em torno do qual se unem: a defesa de seus bens. Estes estão bem estabelecidos e aparelhados para manter seus privilégios, principalmente a posse dos meios de comunicação e ausência de escrúpulos, suas duas maiores armas. Enquanto os jovens lutam de peito aberto, eles se articulam nos bastidores em encontros secretos e se divertem observando a rapaziada fazendo alarde, pois sabem que, no fim, vai dar em nada.
            Deram alguns tiros com balas de borracha e se aperceberam da mancada: recuaram estrategicamente, pediram desculpas, retiraram o anunciado aumento das passagens. E agora? Com tantos descaminhos a serem corrigidos, quem vai liderar as próximas reivindicações. Os políticos são corruptos, mas quem os vai substituir? Vamos trocar seis por meia dúzia? De onde vamos sacar políticos honestos que nos representem?
            Não estou querendo desanimar ninguém, mas, se querem avançar, tem que ter alguma proposta concreta, consistente. A palavra educação, que é a coisa mais fundamental de todas que se pode pretender, tem que ser entendida na sua real extensão. Educação não se resolve apenas com escolas melhor equipadas e/ou professores melhor pagos. Cumpre, sim, que nos eduquemos num processo de auto crítica; eis o nó! Fácil é falar em educação; quase impossível é convencer um povo viciado na corrupção a se corrigir, ser honesto.
            É isto aí, meus queridos jovens, não vai ser fácil sair da zona de conforto, no entanto é atitude indispensável. Gritar de longe, na multidão é uma coisa, difícil é peitar os problemas caso a caso; nesse momento a maioria desiste. Todos querem ser respeitados, mas poucos realmente respeitam o direito dos outros. No dia em que este quadro mudar, então poderemos ter esperança de mudança de fato, pois então a revolução já estará em andamento. Revolução só acontece com mudança interior, na cultura, naquilo em que acreditamos e fazemos.
            Cobrar honestidade dos outros tem que ter nossa contrapartida; isto exige prática e é difícil. Mas vale o esforço.
            Não desistam, jovens!
            miguel angelo
            220613

domingo, 16 de junho de 2013

sábado, 15 de junho de 2013

Judeu é...


                                      Linda Música Triste
          
            Nem sempre a alegria é o melhor lugar.
            Recebi uma mensagem com um anexo que contém uma música, cujo nome ignoro, que me soa agradável, mas simultaneamente mui triste. Ela toca, toca, repetindo-se indefinidamente; ouço-a com profunda tristeza, uma tristeza que me leva num voo panorâmico sobre a humanidade tão sofrida. Parece-me sentir toda dor do mundo; não a dor física, mas a angústia que, imagino, perturba a todos, que é aquela do não se saber o que somos na vida.
            Buscam-se tantas explicações, bengalas, religiões, no entanto nada sabemos de fato. Somos, como nesta música, exilados numa nau sem rumo, cujo destino, se há, ignoramos.
            Talvez eu seja presunçoso ao imaginar que todos sentem isto; talvez a maioria da humanidade viva aferrada a certezas de paraísos prometidos. Como não creio em paraísos, sofro esta angústia. Sofro e não sofro, já que a dúvida, ou uma quase certeza do nada, me é até prazerosa. Contradições e mais contradições; esta, mais uma. Como pode uma dor causar prazer? Mas é. Prazer e dor são irmãos siameses, indissociáveis. No máximo do prazer, sentimos a dor da perda possível e quase certa. É o que esta música me faz sentir; ela me diz que tudo tem um final. Em sua tristeza infinita e indescritível, ela me revela a caminhada vã da humanidade inteira; caminhada em busca do Eldorado, da felicidade perene, do final feliz tão introjetado em nossa cultura.
            Ah, como é triste esta linda música!
            Os olhos marejados e um imenso prazer... Ela se repete, repete e não canso de ouvi-la, como um ópio; ouço-a como num prolongado orgasmo. Tenho medo do silêncio que terei no final. Parece-me que, enquanto ela permanecer, os males do mundo ficarão em suspenso, estarão numa trégua; que eu, ao polarizar essa dor, alivio toda dor do mundo. Sei que é pura ilusão, mas a vida, afinal, o que é senão pura ilusão?
            Ah, como é linda esta música triste!
            Vejo um mundo cheio de flores; rosas perfumadas à beira de cascatas de águas claras e de branca espuma. Vejo as ondas do mar chegando tranquilas a uma praia de areia branca. Um vestido, também branco, esvoaçante, bailando graciosamente numa alegria sem fim, contesta toda dor contida nesta melodia mágica que me envolve em seu manto morno – enganoso?
            Afinal, o que é a música senão uma impressão. Que riam os tolos que por tolo me tomam. Não rio deles; lamento-os apenas. Quanto perdem por falta de sensibilidade! Talvez seja isto que esta música me diz.
            O quê?
            .......
            miguel angelo
            150613

domingo, 2 de junho de 2013

                     

                          IMPERDÍVEL !


O Banheiro do Papa

Uma azarada história real


 

O Banheiro do Papa

El  s créditos iniciais já avisam: O Banheiro do Papa (El baño del Papa) é baseado numa história real, que só poderia ter acontecido por uma tremenda falta de sorte.
A incrível história começa algumas poucas semanas antes da visita do papa João Paulo II a Melo, cidadezinha uruguaia quase na fronteira com o Brasil, em 1988. A presença do Sumo Pontífice causa furor na população do lugarejo, mas essa comoção não tem nada de religiosa... a visita atrairá 20 mil brasileiros ao lugar. Ou mesmo 40 mil. 60, dizem alguns.
Toda essa brasileirada terá que comer, e Melo inteira prepara-se como pode para alimentá-los, sonhando com a riqueza dos Cruzeiros vizinhos. Endividam-se... e tome montagem de barracas de linguiça, torta, bandeirola, churrasquinho, empanada...
Mas o simpático Beto tem outros planos. Pequeno contrabandista para as vendinhas locais - ele atravessa a fronteira duas vezes ao dia de bicicleta velha, carregando porcarias e fugindo dos oficiais aduaneiros -, ele pensa além de seus compatriotas. Se os brasileiros vão comer tanto assim, terão que se aliviar. Para tanto, precisarão de um banheiro! E lá vai Beto arrumar dinheiro para os blocos, canos, porta de luxo... só falta mesmo o vaso. Mas esse ele vai buscar ali, rapidinho, do outro lado da fronteira.
A tragicomédia, uma co-produção entre Brasil, Uruguai e França, é irretocável. Os diretores uruguaios Enrique Fernandez e Cesar Charlone  (o celebrado diretor de fotografia de Cidade de Deus) foram muito felizes com o ângulo que encontraram para o filme. O Banheiro do Papa é engraçado e ao mesmo tempo tristíssimo, mas sempre otimista. Suas sutis observações sobre a fé, o capitalismo, a sociedade e a mídia não parecem nunca lições de moral - e são absorvidas em meio à bem contada história.
Igualmente excepcional é a seleção do elenco. César Trancoso, o Beto, é um ator incrível. Seu momento de epifania, quando lhe surge a idéia do banheiro, chega a ser emocionante. O sujeito mexe duas rugas e pronto... lê-se em seu rosto tudo o que ele está pensando. Como esse, há outros vinte momentos marcantes. Quando divide a tela com Virginia Mendez (que vive a esposa), então... dá vontade de reecontrá-los sempre.

terça-feira, 28 de maio de 2013

segunda-feira, 27 de maio de 2013




                                                 Inteligência ou intuição?

             O filme “O Enigma de Kaspar Hauser” (que está completo e legendado no Youtube), ‘cujo título significa, em tradução literal, "cada um por si e Deus contra todos" narra a história de Kaspar Hauser, uma criança abandonada envolta em mistério, encontrada na Alemanha Ocidental do século XIX, com alegadas ligações à família real de Baden’ A certa altura da história, Kaspar, cuja inteligência estava sendo questionada, é abordado por um professor que apresenta um conhecido problema de lógica: “Perto de onde você mora há duas aldeias; numa todos mentem, na outra, todos falam a verdade. Você vem pelo caminho que chega a ambas aldeias e se depara com alguém que vem de uma delas; como saber se ele mente ou fala a verdade? Para você ter certeza você tem uma e só uma pergunta a fazer ao indivíduo...” e a seguir lhe mostra a lógica da dupla negação. Kaspar, então, lhe diz que tem outra pergunta que resolve a charada e, ao atônito professor, diz: “Pergunto a ele se ele é uma rã; se mente, dirá que sim; se fala a verdade dirá que não” Nervoso o professor alega que isto não é lógica e blá, blá, blá.
             
            Ora, há milênios a humanidade é machista; como os machos tem mais facilidade para a lógica, impõem-na como máximo valor cultural. Na Idade Média, em nome de Deus mandaram pra fogueira muitas mulheres sob a acusação de bruxaria. Posteriormente, muitos descreram desse deus único ou de qualquer outro, ficando unicamente com o racionalismo lógico; com isto, enrijeceram o cérebro, tirando-lhe a flexibilidade que lhe restava: o divino, uma fuga, pelo menos. Agora, com a Física Quântica entrando em ação, estão caindo esses tabus e os humanos iniciam um novo percurso filosófico, reconhecendo que a feminilidade, nas mulheres ou na parte que cabe a muitos homens que se flexibilizam, lhes abre uma nova senda nesse emaranhado com que se depara na busca por um sentido pra vida.
            É uma luz que surge no horizonte humano, bem no momento em que parece que o tudo vai acabar. A mulher se emancipando e assumindo lugar de destaque no mundo pode vir a ser a salvação dessa “Nau de Insensatos”.
            A lógica, tão masculina e ambiciosa de tudo explicar, empacou no infinitesimal; a exigência de se apresentar prova/explicação para tudo acabou pondo limites à ciência, tão incensada pelo mundo predominantemente masculino, e a constatação de que cada resposta gera uma nova pergunta levou essa lógica a se curvar diante da intuição, essa coisa fluída, inexplicável e equivocadamente atribuída exclusivamente às mulheres. Engano: intuição é atalho para o espiritual e disponível também aos homens.
Está ganhando muitos adeptos a constatação de que “há mais coisas entre o céu e a terra do que supõe nossa vã filosofia”; como todo caminho novo,  esta mudança de paradigma interpõe seus perigos e descaminhos, mas, com o tempo, se imporá como a, talvez, última esperança filosófica humana que possa dar algum sentido pra vida.
miguel angelo

quinta-feira, 2 de maio de 2013



              Nem tudo é como HOJE a imprensa diz. Ela já disse diferente.Leia.



julho 02, 2011

O PLANO REAL, CRIADO NO GOV. ITAMAR POR RUBENS RICUPERO, NEM BEM ADMINISTRADO FOI POR FHC

VEJA ALGUMAS MATÉRIAS QUE COMPROVAM QUE O PLANO REAL DURANTE O GOVERNO DE FHC ERA QUASE UM FRACASSO

Parece até mentira mais não é, coloquei os link da notícias do próprio Estadão.

Essa era a situação econômica no Brasil no final dos oito anos do PSDB do FHC:

Banco inglês diz que economia brasileira "está estagnada"
http://www.estadao.com.br/arquivo/econom…

Clima econômico está tão ruim quanto em 98, diz economista do Citigroup
http://www.estadao.com.br/arquivo/econom…

Preços dos combustíveis têm nova alta, diz ANPN no acumulado do mês, a gasolina teve aumento de 12,3%
http://www.estadao.com.br/arquivo/econom…

Brasil perde US$ 40 bilhões em investimentos, diz Fórum Econômico, pela corrupção, criminalidade, falta de eficácia da polícia e do setor judiciário
http://www.estadao.com.br/arquivo/econom…

Economistas esperam aumento da Selic de 21% ao ano para 22%
http://www.estadao.com.br/arquivo/econom…

Missão do FMI ficará mais um dia no País
http://www.estadao.com.br/arquivo/econom…

Inflação no Brasil preocupa empresas norte-americanas
http://www.estadao.com.br/arquivo/econom…

Dólar abre em alta em dia de rolagem de dívida para R$ 3,54
http://www.estadao.com.br/arquivo/econom…

Cresce pessimismo dos construtores brasileiros para próximos meses
http://www.estadao.com.br/arquivo/econom…

Gás de cozinha aumenta até 23% em São Paulo
http://www.estadao.com.br/arquivo/econom…

Lula provou que o Brasil podia, com Dilma e poderá ainda muito Mais.  
 
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