quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

                                                               Ravi Shankar

 O músico indiano Ravi Shankar morreu nesta terça-feira (11) no condado de San Diego, no sul da Califórnia, aos 92 anos, segundo um comunicado conjunto da fundação que leva seu nome e do seu selo fonográfico, o East Meets West Music.

"Com grande tristeza escrevemos para informar que Pandit Ravi Shankar, marido, pai e alma musical, faleceu", afirma o comunicado assinado por Sukanya e Anoushka Shankar, esposa e filha do músico.
Ravi Shankar nasceu em Varanasi, no estado indiano de Utar Pradesh, em 7 de abril de 1920. Seu pai, V. Lakshinarayana, era professor de violino em seu país, o que contribuiu para que Shankar começasse a tocar esse instrumento quando tinha 5 anos.

Uma década depois, deixou a Índia para viajar a Paris com a companhia de dança do seu irmão Uday. Em 1936, começou a estudar a sitar, instrumento tradicional indiano, sob a direção de Ustad Allauddin Khan, e pouco depois começou a fazer excursões por Europa e EUA.

Alcançou a fama no Ocidente graças a sua amizade com o beatle George Harrison, de quem foi professor após conhecê-lo em 1966. Os Beatles chamavam Shankar de "padrinho da música mundial".

Em 1967, realizou seu primeiro dueto com o violinista Yehudi Menuhin, com o qual posteriormente colaborou em várias ocasiões.

Em 1969, viajou aos EUA com a intenção de aprofundar-se na música do Ocidente e, ao mesmo tempo, popularizar a música hindu. Dois anos mais tarde, a pedido da London Symphony, compôs um concerto que estreou no Royal Festival Hall, na capital inglesa.
O artista, que morava no sul da Califórnia, era casado com Sukanya Rajan e tinha duas filhas - Norah Jones e Anoushka Shankar Wright -, três netos e quatro bisnetos.

Seu primeiro casamento, com a filha do músico Ustad Allauddin Khan, Annapurna, terminou em divórcio em 1982, após anos de separação nos quais manteve relações sentimentais com Kamala Chakravarty e Sue Jones, mãe de Norah Jones.

Por fim, se casou em 1989 com Sukanya Rajan, com quem viveu desde então entre San Diego e Nova Délhi. Em 1992, seu filho Shubho, também sitarista, morreu repentinamente aos 50

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012


                      RESPOSTA DE UM MINEIRO AO PEDIDO DE CARIOCAS NO "VETA DILMA" SOBRE OS
ROYALTIES DO PETRÓLEO.

PAJÉ BOTOCUDO

Minas Gerais carregou o Brasil e a Europa nas costas durante 150 anos,
nos ciclos do ouro e diamante! Ficaram para os mineiros os buracos e a
degradação ambiental! Depois veio o ciclo do minério de ferro, até
hoje principal item da pauta de exportações brasileiras, que rendeu ao
Rio de Janeiro uma das maiores indústrias siderúrgicas do Brasil, a
CSN, e a sede da VALE. Curioso é que o Rio de Janeiro não produz um
único grama de minério de ferro, mas recebeu a siderúrgica rendendo
impostos e gerando empregos e a sede da mineradora recebendo royalties
de exploração de minério. Mais uma vez Minas Gerais carregando o
Brasil nas costas e, de vinte anos para cá, ajudada pelo Pará em razão
das reservas de minério de ferro descobertas nesse Estado. Outra vez
ficam para os mineiros e paraenses os buracos e a devastação
ambiental. Isso sem falar da água; quem estudou geografia sabe que
Minas Gerais é a "caixa d'água do Brasil", aqui nascem praticamente
todos os rios responsáveis pela geração de energia hidráulica e,

embora a usina de FURNAS seja em MG, a sede é no Rio. Me causa
estranheza essa posição de alguns cariocas/fluminenses, pois toda
riqueza do subsolo, inclusive marítimo, pertence a UNIÃO. Ao contrário
do ouro, do diamante e do minério de ferro que estão sob o território
mineiro, as jazidas do pré-sal estão a 400 quilômetros do litoral do
Rio do Janeiro e nenhum Estado Brasileiro, inclusive o RJ, tem
recursos aplicados na pesquisa, exploração e refino de petróleo, pois
todo dinheiro é da UNIÃO que é a principal acionista da PETROBRAS.
Acho piada de mal gosto quando esses políticos fluminenses falam em
"Estados produtores de petróleo" sabendo dessas características da
exploração do petróleo e dos eternos benefícios que o RJ recebe, tais
como jogos panamericanos, olimpíadas, etc. Acho um absurdo ver
crianças de outras regiões mais pobres do Brasil estudando em salas de
aula sem luz, sentadas duas ou três numa mesma cadeira, quando há
cadeira, enquanto que a prefeitura de Macaé/RJ gasta, torra, esbanja,
joga fora dinheiro pintando de cores berrantes passeios públicos!
Proponho que todos brasileiros dos outros Estados façam o protesto
VOTA DILMA e mandem e-mails para seus deputados e senadores para
acompanhar de perto essa questão do pré-sal. É como disse certa vez um
compositor, cujo nome me esqueci: “o Rio de Janeiro é um Estado de
frente para o mar e de costas para o Brasil". Sérgio Cabral, vá te
catar! VOTA DILMA.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

  "A poesia está mais próxima da música e das artes visuais
                       do que da literatura "


                                                               Décio Pignatari.
    Faleceu hoje Décio Pignatari, um dos grandes poetas e construtores da nova poesia brasileira.

"Através de Décio, os brasileiros conheceram a obra de grandes gênios da literatura mundial em traduções que recriavam os textos com a autoridade de quem domina muito amplamente nossa língua, a literatura e a história", argumenta a ministra. "Muitas das inovações de Décio ainda estão à frente de nosso tempo, por isso ele nunca deixará de ser lembrado quando quisermos entender o presente e vislumbrar o futuro."

Além de poeta, Décio era ensaísta, tradutor e um dos grandes nomes da poesia concreta, ao lado de Augusto e Haroldo de Campos. O seu sucesso iniciou nos anos 50 com recursos visuais, fragmentação das palavras para suas obra e publicou seu primeiro livro "Carrossel".

Em 1965, editou a as revistas Noigandres e Invenção e publicou a “Teoria da Poesia Concreta”. Já em 1968, traduziu obras de Marshall McLuhan e publicou o ensaio “Informação, Linguagem e Comunicação”. Como tradutor, também fez obras de Dante Alighieri, Goethe e Shakespeare, entre outros, reunidas em "Retrato do Amor quando Jovem”.

Em 1983 e 1987, o poeta foi colunista da Folha. No ano seguinte, publicou “O Rosto da Memória”. Já em 1992, fez o romance “Panteros” (1992), além de uma obra para o teatro, “Céu de Lona” Em 2009, lançou "Bili com Limão Verde na Mão”.

domingo, 2 de dezembro de 2012

Esta é para todo aquele povo que usava sua imagem para associar ao êxito profissional de self-made-man , como se isto fosse possível em qualquer atividade humana, principalmente entre as pessoas sem recursos.

                   
 
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