domingo, 7 de dezembro de 2014

domingo, 30 de novembro de 2014

         

                                        Janela é um passador,
                                        Por ela passa tudo
                                        Passo o dentro, passa o fora,
                                        Passa o antes e o agora
                                        Passa o vento, passa a lua e o sol
                                        Passam filhos passarinhos
                                        Passam tempos, passam eras
                                       Amores, primaveras
                                        Janela é um passa – dor

                                                        Maristela Elicker Dauve.

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Livros,livros,livros

Algumas vezes, os donos de bibliotecas particulares guardavam seus livros com a lombada para dentro e o corte para fora, e pediam que artistas pintassem cenas que pudessem identificar seus conteúdos, como na biblioteca de Odorico Pillone, fidalgo de Veneza, com desenhos de Cesare Vecellio, por volta de 1500. Entretanto, as bibliotecas particulares eram muito poucas nos séculos seguintes, apesar de toda a arte que as pinturas nos cortes representava.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Boechat põe FHC no seu lugar.

O comentário de Boechat ganhou repercussão imediata no meio político em todo País. As afirmações passaram a ser pauta de conversas ao longo do dia no meio político especialmente em São Paulo e Brasília.
boechat linchamento Comentário de Boechat ganha repercussão no meio político em todo País
“O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso veio a público para dizer que sentia vergonha do que estava acontecendo na Petrobras. Eu queria fazer a seguinte observação: Acho que ele [Fernando Henrique Cardoso] está sendo oportunista quando começa a sentir vergonha com a roubalheira ocorrida na gestão alheia. É o tipo de vergonha que tem memória controlada pelo tempo. A partir de um certo tempo para trás ou para frente você começa a sentir vergonha, porque o presidente Fernando Henrique Cardoso é um homem suficientemente experiente e bem informado para saber que na Petrobras se roubou também durante o seu governo. ‘Ah, mas não pegaram ninguém!” Ora presidente! Dá um desconto porque só falta o senhor achar que na gestão do Sarney não teve gente roubando na Petrobras. Na gestão do Fernando Collor não teve gente roubando na Petrobras. Na gestão do Itamar Franco não teve gente roubando na Petrobras. A Petrobras sempre teve em maior ou menor escala denúncias que apontavam desvios. Eu ganhei um Prêmio Esso em 89 denunciando roubalheira na Petrobras. […] A Petrobras sempre foi vítima de quadrilhas que operavam lá dentro formada por gente dos seus quadros ou que foram indicados por políticos e por empresários, fornecedores, empreiteiras. Então essa vergonha do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso é sim uma tentativa de manipulação política partidária da questão policial”, disse Boechat.

PRO DIA AMANHECER FELIZ


sexta-feira, 7 de novembro de 2014

cangurubolivariano
Via Muda Mais, a melhor gozação possível contra as cabecinhas miúdas do “curupaco, bolivariano” que anda assolando nossa direita coxinha, vem do Facebook de André Levy, que mora na terra dos cangurus, com uma lista das 20  razões “para quem quiser fugir do bolivarianismo no Brasil não ir para a Austrália”:
1. Para tudo há conselhos de movimentos sociais (peak bodies), e os governos os consultam e prestam-lhes satisfação regularmente (bit.ly/1san6Qa).
2. O governo paga até R$1562 de Bolsa Família (Parenting Payment,bit.ly/1pgKakt), sem qualquer exigência como frequência escolar ou vacinação (no Brasil os beneficiários recebem em média R$5 por dia para a família toda).
3. Não se pode fazer reforma em casa sem submeter seu projeto à consulta pública, através da prefeitura, exigindo que se pendure um aviso na porta da tua casa por duas semanas ou mais para quem quiser consultá-lo e apresentar objeções. Se os teus vizinhos não gostarem da ideia, a prefeitura não aprova (bit.ly/10jbDX2).
4. Há piscinas públicas nas praias e churrasqueiras nos parques de uso gratuito, pagas com o bolso do contribuinte.
5. As cláusulas dos contratos de aluguel residencial são ditadas pelo governo do estado (bit.ly/1phlBE4).
6. Não se pode trabalhar de barman sem licença específica para servir álcool (RSA, onlinersa.com.au).
7. Não se pode vender álcool em mercados e supermercados; só em lojas licenciadas pelo Estado (bottle shops, bit.ly/1DWVymW).
8. Não é permitido trabalhar de eletricista, encanador ou pedreiro sem licença do Estado (professional license, bit.ly/1e43SWa).
9. Não é permitido abrir um cabeleireiro sem licença específica do Estado (business license, bit.ly/1pgLuEb).
10. Tem ciclovia para todo lado e é proibido andar de bicicleta sem capacete ou na calçada. A multa por não usar capacete é R$115 em Sydney (bit.ly/1uounCc), R$332 em Adelaide (bit.ly/1go9IaK) e R$400 em Melbourne (bit.ly/1x2Ojsb).
11. Todos os filmes exibidos em cinemas, festivais e instituições de ensino precisam passar pela censura (Classifications Board, classification.gov.au).
12. Não é permitido o marketing de cigarros e produtos de tabaco, nem mesmo na própria embalagem (bit.ly/1mbSZIv).
13. O salário mínimo é R$5395 a.m. (bit.ly/1mKLtkZ, alguém pode por favor avisar o Armínio Fraga?)
14. Em Melbourne o governo subsidia 88% do transporte público (bit.ly/1wZ4AgK). A Prefeitura de São Paulo subsidia 20%.
15. Os nativos que moram em áreas remotas recebem uma Bolsa Aborígene de R$76 a.m. (bit.ly/1zrGz6q).
16. Paga-se em média R$3600 a.m. de impostos diretos e indiretos (no Brasil são R$830).
17. Tem 1 funcionário público para cada 13 pessoas (no Brasil tem 1 para cada 17).
18. Paga-se ao governo do estado R$235 a.m. para ter 1 vaga de carro na área central de Melbourne para desestimular as pessoas a irem de carro para a cidade (congestion levy, bit.ly/1A3Vipo).
19. Os governos estaduais recomendam livros LGBT para pré-adolescentes (bit.ly/1tVjsxO).
20. O voto é obrigatório e a multa é R$43 (no Brasil é R$3,51). Se não justificar ou pagar a multa, irá para a justiça. Se o eleitor for considerado “culpado”, a multa sobe para R$370 mais os custos do tribunal e o “culpado” pode ficar fichado na polícia (bit.ly/1ySOAyc). No Brasil não há criminalização e quaisquer sanções são suspensas assim que quitada a multa de R$3,51 no cartório eleitoral.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

domingo, 2 de novembro de 2014

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

sábado, 20 de setembro de 2014

PLACES IN THE WORLD

domingo, 14 de setembro de 2014

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Cia Pelmànec prepara-se para encerramento do 8º FITA


Cia Pelmànec (Espanha) trabalha durante toda a semana na construção do cenário de "Diagnóstico: Hamlet", que encerrará o 8º FITA. Todo o trabalho para as apresentações no Brasil está sendo feito no no ateliê do artista plástico Dilamar Santos (Rio Tavares - Florianópolis/SC). 

Dilamar Santos com Xavier Erra

"Diagnóstico: Hamlet" encerra o 8º FITA neste sábado (23), às 20h, no Teatro Pedro Ivo. Depois do FITA, o grupo segue para o FILO - Festival Internacional de Londrina (Londrina/PR) e para o Festival Internacional de Teatro de Bonecos (Belo Horizonte/MG).

Confira outras imagens:



sábado, 6 de setembro de 2014

terça-feira, 10 de junho de 2014

segunda-feira, 10 de março de 2014

O analfabeto político
O pior analfabeto, é o analfabeto político.
Ele não ouve, não fala, não participa dos acontecimentos políticos.
Ele não sabe que o custo de vida,
O preço do feijão, do peixe, da farinha
Do aluguel, do sapato e do remédio
Depende das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que
Se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia política.
Não sabe o imbecil,
Que da sua ignorância nasce a prostituta,
O menor abandonado,
O assaltante e o pior de todos os bandidos
Que é o político vigarista,
Pilanta, o corrupto e o espoliador
Das empresas nacionais e multinacionais.

Bertold Brecht

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

             
              
  Vamos Consertar o Telhado?
            Se não me falha a memória, já publiquei esta historinha umas duas vezes; agora a publico tentando outra abordagem, tal qual um professor que lida com uma turma de alunos desatentos. Realmente é bem mais cativante ficar sonhando com o próximo jogo, com o próximo caso amoroso ou com o carro de seus sonhos. É realmente difícil estar-se atento à real qualidade de vida, cuja conquista muitas vezes exige esforço e renúncia. Bem mais fácil consertar bacias.
Mas vamos, de novo, à historinha que é o caso daquele marido que, num dia de chuva, após seu turno de trabalho, retorna a casa e vê que as bacias que aparam a água das goteiras estão furadas e vasando. Incontinenti reclama da esposa: “Pô, mulher, chove novamente e ainda não mandaste consertar as bacias?”.
Há pouco, recebi mais uma dessas mensagens que sugerem protesto contra algo, ou seja, sou convidado a participar do conserto de mais uma bacia. É fácil, demasiado cômodo ficar-se sentado à frente da telinha assinando protestos, consertando bacias. Difícil, por desconfortável, é cuidar-se do telhado que, aliás, está prestes a cair. A ilusão de que se está resolvendo algo assinando listas virtuais, leva os indivíduos à uma postura acomodada, preguiçosa, totalmente incapaz de produzir qualquer mudança significativa. É realmente triste ver-se tanta energia desperdiçada por mal canalizada.
As pessoas querem mudanças, mas se acovardam diante das dificuldades, principalmente quando há a opção de agir ou tomar do ópio que vem das telinhas. Não que eu pense que, via Facebook nada possa ser feito. O perigo é pensar-se que lá, no “face”, as coisas vão ser resolvidas. Temos um corpo que necessita de ação, de contato físico com amigos; imaginar que podemos resolver tudo de forma virtual pode ser considerado como um “desvio de conduta” ou mesmo uma doença, pois é uma obstrução à Vida no seu sentido Real. Se esta colocação fica dúbia, esclareço: o que coloco como “Vida Real” é a que se dá no contato direto entre as pessoas, nos encontros entre elas, sem fugir para trás de uma tela e de lá nunca sair. Nem uma pessoa com problemas de locomoção deveria optar por tal conduta; que dirá alguém fisicamente saudável!
A pressa ou o conjunto de compromissos diários de cada um pode ser um forte pretexto para a inação política. Outra razão para a inação, esta consistente, é a preservação da vida: o medo de correr riscos. Faz sentido, porém há que pesar-se se o medo de se subir no telhado para consertá-lo não estará te levando a algo bem pior: o telhado cair e, se não te matar ou ferir, pelo menos te deixará desabrigado, comprometendo tua qualidade de vida.
Vamos consertar o telhado?
miguel angelo
260214

domingo, 19 de janeiro de 2014

 
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