segunda-feira, 29 de agosto de 2011

PAULO NIEMEYER FILHO- - VOCÊ PRECISA SABER-.


O neurocirurgião Paulo Niemeyer Filho conta os avanços nos tratamentos de doenças como o mal de Parkinson e como evitar aneurisma e perda de memória.
E projeta, ainda, o futuro próximo, quando boa parte do sistema neurológico estará sob controle do homem.
Chegar à casa do neurocirurgião Paulo Niemeyer Filho, no alto da Gávea, no Rio de Janeiro, é uma emoção. A começar pela vista deslumbrante da cidade, passando pelos macacos que passeiam pelos galhos até avistar as orquídeas que caem em pencas das árvores, colorindo todo o jardim.
Ou seja: a competência desse médico, com 33 anos de profissão, que dedica sua vida à medicina com a paixão de um garoto, pode ser contada em flores. E são muitas.
Filho do lendário neurocirurgião Paulo Niemeyer, pioneiro da
microneurocirurgia no Brasil, e sobrinho do arquiteto Oscar Niemeyer, Paulo escolheu a medicina ainda adolescente.
Aos 17 anos, entrou na Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Quinze dias depois de formado, com 23 anos, mudou-se para a Inglaterra, onde foi estudar neurologia na Universidade de Londres.
De volta ao Brasil, fez doutorado na Escola Paulista de Medicina. Ao todo, sua formação levou 20 anos de empenho absoluto. Mas a recompensa foi à altura. Apaixonado por seu ofício, Paulo chefia hoje os serviços de neurocirurgia da Santa Casa do Rio de Janeiro e da Clínica São Vicente, onde atende e opera de segunda a sábado, quando não há uma emergência no domingo, e ainda encontra tempo para dar aulas no curso de pós-graduação em neurocirurgia na PUC-Rio.Por suas mãos já passaram o músico Herbert Vianna - de quem cuidou em 2001, depois do acidente de ultraleve em Mangaratiba, litoral do Rio -, o ator e diretor Paulo José, a atriz Malu Mader e, mais recentemente, o diretor de televisão Estevão Ciavatta - marido da atriz Regina Casé que, depois de um tombo do cavalo, recupera-se plenamente -, além de centenas de outros pacientes, muitos deles representados pelas belas flores que enchem de vida o seu jardim.
Revista PODER: Seu pai também era neurocirurgião. Ele o influenciou?
PAULO NIEMEYER: Certamente. Acho que queria ser igual a ele, que era o meu ídolo.
PODER: Seu pai trabalhou até os 90 anos. A idade não é um complicador para um neurocirurgião? Ela não tira a destreza das mãos, numa área em que isso é crucial?

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Jornal da Cultura - Uma OPINIÃO de respeito para umA JORNALISTA ESTUPIDA

,Informação DADA POR Marisa Melianii: O nome deste homem é Darcus Howe, não Dowe, como o chamam no vídeo da Cultura. É escritor, militante dos direitos civis e a BBC lhe pediu desculpas pelo tratamento da âncora idiota.
  Video enviado por Lupe Garcia ao jornal da Cultura.
 

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

O BRASILEIRÃO ACABOU- por ALDO VOTTO

A competição nacional de clubes brasileiros de futebol mudou. O nome “Brasileirão” talvez tenha se tornado impróprio.

O marco pode ser escolhido entre vários, mas, por simplicidade, pode-se adotar, por exemplo, o desmantelamento do chamado Clube dos Treze.

Juntem-se alguns outros elementos novos e uma pitada dos velhos, como a instituição do campeonato por pontos “corridos”; a possibilidade de compra e venda de jogadores em meio à competição; a manutenção da semiprofissionalização da categoria de árbitros; a ampliação do chamado pay-per-view; a manutenção da estrutura organizacional de federações e confederação; a unificação dos títulos das competições interestaduais prévias a 1971, etc., e a novidade está consolidada.

A grande inovação é que voltamos à ordem do século passado no futebol do país.

Isto é, já sabemos de antemão quais os clubes competirão pelo título, quais serão aqueles que comporão obstáculos no caminho dos futuros campeões e, eventualmente se revezarão com os primeiros, quais os que servirão como valorosos sparrings em partidas renhidas e quais os que permitirão a demonstração do brilho e habilidade dos craques do primeiro e segundo grupos por meio de vitórias consagradoras ou goleadas humilhantes.

O motivo agora, um pouco distinto daquele das décadas de 40 a 60 do século XX, é a hegemonia absoluta da dimensão financeira dos jogos de futebol, seja pelas negociações inerentes à disputa esportiva – jogadores, ingressos nos estádios, etc. - seja pelas rendas obteníveis por empresas de comunicação ou mesmo pelas incontáveis possibilidades de compra e venda de produtos e marcas associadas aos clubes e patrocinadores.

Para facilitar o entendimento – não se trata de uma regra pétrea porque, afinal, sempre existe uma mínima probabilidade de que aconteça o inesperado em qualquer ação humana – dividamos os vinte clubes atuais do campeonato brasileiro, o Brasileirão, em cinco quartetos: ouro; prata; cobre; ferro e chumbo.

No quarteto de ouro estão os sempiternos, daqui para a frente, candidatos ao título e detentores das maiores torcidas ao longo do país e, consequentemente, donos das maiores audiências de TV : Flamengo e Coríntians; Vasco e Palmeiras.

A seguir, no grupo prata, estão os demais grandes clubes, torcidas e audiências de Rio e São Paulo: Botafogo e Santos; Fluminense e São Paulo.

No grupo de cobre, estão os clubes de torcidas e audiências estaduais e regionais que acumularam alguns títulos nacionais e internacionais no período de 1970 até a primeira década do século XXI: Internacional e Cruzeiro; Grêmio e Atlético Mineiro.

Prosseguindo na singela hierarquia dos metais, o quarteto seguinte é o de ferro, composto por clubes de grandes torcidas estaduais e que alcançaram esporádicos títulos ou disputas de finais nacionais no período citado: Coritiba e Bahia; Atlético Paranaense e Ceará. A partir deste quarteto, iniciam-se as maiores possibilidades de alteração na sua composição de um ano para outro, com a entrada de candidatos vindos do quaterno descrito logo a seguir, ou mesmo do purgatório da segundona.

E, finalmente, o quarteto de chumbo, cujo peso ameaça constantemente a queda para a série B, mas não a determina obrigatoriamente, é claro. Amplamente mutável de ano para ano, no exemplo do Brasileirão atual está composto por: Figueirense e América Mineiro; Avaí e Atlético Goianiense.

É isto. É como já disse o compositor popular: “Tudo está no seu lugar, Graças a Deus! Graças a Deus!”

Fica a sugestão aos clubes componentes dos grupos de cobre, ferro e chumbo: estabeleçam metas mais modestas e dediquem-se com maior interesse às suas competições estaduais e, quem sabe, comecem a pensar na criação de campeonatos inter ou intrarregionais como sul, centro-oeste e nordeste, com a possibilidade da nobre participação especial dos clubes de Minas Gerais em qualquer delas.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

IRMÃOS MARX - CHICO E HARPO

Reparem que encerram o show tocando " Mamãe eu quero " Composição de Jararaca e v.Paiva conhecida no mundo todo interpretada por Carmen Miranda
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