domingo, 30 de outubro de 2011

REVISTA O CUIDADOR

Iniciamos a publicação da Revista O CUIDADOR em 2008, pensando em apoiar e valorizar quem cuida de alguém. Em todas as matérias desta edição, temos a família. Ela pode ser formada de amigos e legalmente não depende mais de gênero. Ela permeia inclusive o Informe, no relato do trabalho institucional no acolhimento de crianças vulneráveis e no apoio à sua família de origem. Como é importante reconhecer seus sentimentos, como é importante a leveza e o lúdico no cotidiano. Confira o depoimento da irmã que cuida, continuação de matéria anterior, que compartilha com a mãe, os cuidados da irmã com doença mental. E mais: A mulher que escreveu um livro sobre o câncer. Saiba quais os direitos de pacientes com essa doença, que podem ser buscados na justiça; o homem que se tornou mais guerreiro após um acidente vascular cerebral; a mãe que relata problemas escolares na inclusão da filha deficiente mental e a preocupação quanto ao seu futuro; a comunicação na orientação para o cuidado de idosos. Nosso esforço é real/nossa dor é real/porque somos nós/porque são nossos os pés/e os nossos sonhos. Eles só acontecem porque sonhamos juntos! Nesses trinta e seis meses, fortalecemos vínculos, construímos muitas parcerias, ganhamos apoiadores, anunciantes, fizemos novos amigos: relações vibrantes de vida! 
Obrigada a todos! Brindemos!
Marilice Costi
editora@ocuidador.com.br

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Carta aberta aos amigos - Hilário Fonseca




Caríssimos Amigos.
Nos últimos dias tenho me sentido bastante idiota sentado em frente ao computador navegando por Orkut e Facebook. Quanta futilidade e informação inútil.
Comecei a pensar nas minhas leituras e na boa música que estão ficando em segundo plano em minha vida, em detrimento deste tempo absurdo destinado a “redes sociais”, ora rede social a gente faz é olho no olho, na casa de amigos, num boteco jogando conversa fora ou trocando idéias.
Obvio que não há como negar a existência da internet em nossas vidas, não sou tão Ogro. Mas é melhor saber o que os amigos fizeram no final de semana, qual bom espetáculo vai estrear, notícias de gravidez, separação, ajuntamento, saber da vida, de preferência, pessoalmente ou via telefone, ou ainda via o prático e-mail, já que escrever cartas é coisa do século passado.
Portanto me desligo dessa nóia.
A lua me chama eu tenho que ir prá rua, tchau, eu tenho que ir embora !
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quarta-feira, 12 de outubro de 2011

JUSTIÇA.JUSTA JUSTIÇA


O ministro Cezar Peluso ,classificou como um " Ato de barbárie" o assassinato da Juiza Patrícia Acioli. " Crimes covardes contra a pessoa de magistrados constituem atentados à independência do Judiciário, ao Estado de direito e à democracia brasileira." etc,etc,etc, num discurso que já estamos acostumados a ouvir .A Barbárie só se faz quando um crime é cometido contra esta "Casta" que é nosso sistema judiciário ou ricos e poderosos da sociedade brasileira. Um sistema legal que sempre tem uma chicana para prorrogar prazos, transformar em penas leves normalmente não cumpridas ou quando muito cestas básicas quando o crime é cometido por gente rica e de "prestígio social".Oxalá um dia TODOS os cidadãos mereçam a presteza e rapidez da justiça,como que se investigou e descobriu os criminosos da juiza.Como diz um velho ditado espanhol- " A justiça é uma víbora que pica apenas os pés dos descalços".

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

STEVE JOBS 1955 - 2011


"...porque a morte é provavelmente a maior invenção da vida. É o agente de transformação da vida. Ela elimina os antigos e abre caminho para os novos..."

O FIM DO MUNDO NÃO PASSA POR AQUI.

 o Brasil se projetando cada vez mais no cenário mundial depois do discurso da abertura na onu, por nossa presidenta.

Cauteloso, o Brasil entrou com um protocolo ,junto a ONU e Nações Unidas, declinando de sua participação,embora com superávit em suas contas,pois prevê que esta crise que ronda os Estados Unidos e o continente europeu, deverá trazer reflexos a longo prazo. Sugere inclusive a possibilidade de marcar uma nova data ,que seja mais favorável, mesmo porque ano que vem já tem Olimpíadas e depois, copa do Mundo. Estaremos ocupados demais, segundo o amigo  Nelson Prates .

domingo, 2 de outubro de 2011

TEMPO EM RORAIMA

 Espetacular   temporal em Boa Vista, Roraima. Dia 29, l7h30 da tarde. foto de Gloria Almeida

sábado, 24 de setembro de 2011

LITERATURA- O ABDUZIDO RECUSADO.


DESABAFO DE UM RECUSADO
CLÁSSICO
E
a literatura brasileira?! Muitos autores (inventores)
detonados. Conheço uns quantos que viraram músicos,
outros abandonaram o ofício e tão fazendo qualquer outra
coisa. As megaeditoras estrangeiras estabelecidas no país,
(e as autóctones) estão enquadrando, qualidade de obras,
gosto de leitores e destino de autor... Uma piada é claro,
verdadeiro crime de lesa-cultura. Não acredito que editoras
e suas “meninas” diretoras de Conselhos Editoriais, tenham
capacidade pra dizer o que é boa literatura ou não. É
sempre o tal de: “embora sua obra apresente qualidades
literárias, não se enquadra na nossa linha editorial”

terça-feira, 20 de setembro de 2011

20 de SETEMBRO- REVOLUÇÃO FARROUILHA.


Foto belíssima de final de tarde do dia em que se comemora a Revolução Farroupilha, por Lucia Figueredo, dos Altos de Viamão.

Luiz Marenco "Hino Rio-Grandense"




HINO DO RIO GRANDE DO SUL

Como aurora precursora
Do farol da divindade
Foi o 20 de Setembro
O precursor da liberdade
Mostremos valor constância
Nesta ímpia e injusta guerra
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda Terra
De modelo a toda Terra
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda Terra
Mas não basta pra ser livre
Ser forte, aguerrido e bravo
Povo que não tem virtude
Acaba por ser escravo
Mostremos valor constância
Nesta ímpia e injusta guerra
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda Terra
De modelo a toda Terra
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda Terra

terça-feira, 13 de setembro de 2011

TERRIVEL COINCIDÊNCIA. QUADRINHO DE 9933

(Quadrinho enviado por Jorge Peteffi)

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

SETE DE SETEMBRO

                                                                VALORES.  
                                                                                                Miguel Angelo.
        Hoje, Sete de Setembro, data em que se festeja o Grito do Ipiranga, estou em Salvador, Bahia, onde, a Dois de Julho de 1823, foi travada a batalha decisiva que viabilizou nossa independência. Não tivessem os baianos realizado tal feito, nossa história seria bem diferente. Contando isto, desta maneira tão simples, até parece que me criei sabendo disto, mas não: sei disto a partir da leitura do livro 1822 de Laurentino Gomes, lançado no ano passado! Ignorância?            Sim, somos um povo ignorante, que não sabe a própria história. Mentiras e mais mentiras, eis o que nos é ensinado na escola: aquele famoso quadro que mostra um belo príncipe – D. Pedro I – montado num maravilhoso corcel, numa linda elevação e cercado de muitos elegantes cavaleiros... balela! O fato foi bem outro: montado num muar, pois um cavalo não resistiria tantas andanças, nosso príncipe –um lutador, sim, e com grande dedicação ao Brasil – que padecia duma diarreia que o obrigava a ir ao mato a toda hora, irritou-se com as exigências da Corte Portuguesa, que cobrava dele obediência, e declarou, em palavras não claramente registradas, nossa separação do domínio português. O “Independência ou Morte!” tão apregoado foi inserido posteriormente pelos historiadores de plantão.               Nossa história é eivada de mentiras e golpes que espantosa e curiosamente vieram a dar certo e mantiveram nossa unidade nacional, este imenso território por onde ando sem ter que cruzar fronteiras. Não me pretendo um desmancha prazeres, mas penso que, começarmos a ser menos hipócritas, mais sinceros, podemos construir um novo capítulo histórico com um povo mais culto, mais amigo, unido em torno de ideais realmente humanos. Como toda fase um dia tem seu final, quem sabe encerramos essa fase de mentiras e corrupções e abrimos uma em que possamos ser mais esclarecidos e, quem sabe até(?), um exemplo pro mundo.            Para isto temos que cultivar novos valores, valores éticos baseados no respeito a tudo e a todos. Sonhar é bom, mas não é suficiente. Somos todos conclamados à ação, à mudança.            Vamos lá?            miguel angelo

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

PAULO NIEMEYER FILHO- - VOCÊ PRECISA SABER-.


O neurocirurgião Paulo Niemeyer Filho conta os avanços nos tratamentos de doenças como o mal de Parkinson e como evitar aneurisma e perda de memória.
E projeta, ainda, o futuro próximo, quando boa parte do sistema neurológico estará sob controle do homem.
Chegar à casa do neurocirurgião Paulo Niemeyer Filho, no alto da Gávea, no Rio de Janeiro, é uma emoção. A começar pela vista deslumbrante da cidade, passando pelos macacos que passeiam pelos galhos até avistar as orquídeas que caem em pencas das árvores, colorindo todo o jardim.
Ou seja: a competência desse médico, com 33 anos de profissão, que dedica sua vida à medicina com a paixão de um garoto, pode ser contada em flores. E são muitas.
Filho do lendário neurocirurgião Paulo Niemeyer, pioneiro da
microneurocirurgia no Brasil, e sobrinho do arquiteto Oscar Niemeyer, Paulo escolheu a medicina ainda adolescente.
Aos 17 anos, entrou na Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Quinze dias depois de formado, com 23 anos, mudou-se para a Inglaterra, onde foi estudar neurologia na Universidade de Londres.
De volta ao Brasil, fez doutorado na Escola Paulista de Medicina. Ao todo, sua formação levou 20 anos de empenho absoluto. Mas a recompensa foi à altura. Apaixonado por seu ofício, Paulo chefia hoje os serviços de neurocirurgia da Santa Casa do Rio de Janeiro e da Clínica São Vicente, onde atende e opera de segunda a sábado, quando não há uma emergência no domingo, e ainda encontra tempo para dar aulas no curso de pós-graduação em neurocirurgia na PUC-Rio.Por suas mãos já passaram o músico Herbert Vianna - de quem cuidou em 2001, depois do acidente de ultraleve em Mangaratiba, litoral do Rio -, o ator e diretor Paulo José, a atriz Malu Mader e, mais recentemente, o diretor de televisão Estevão Ciavatta - marido da atriz Regina Casé que, depois de um tombo do cavalo, recupera-se plenamente -, além de centenas de outros pacientes, muitos deles representados pelas belas flores que enchem de vida o seu jardim.
Revista PODER: Seu pai também era neurocirurgião. Ele o influenciou?
PAULO NIEMEYER: Certamente. Acho que queria ser igual a ele, que era o meu ídolo.
PODER: Seu pai trabalhou até os 90 anos. A idade não é um complicador para um neurocirurgião? Ela não tira a destreza das mãos, numa área em que isso é crucial?

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Jornal da Cultura - Uma OPINIÃO de respeito para umA JORNALISTA ESTUPIDA

,Informação DADA POR Marisa Melianii: O nome deste homem é Darcus Howe, não Dowe, como o chamam no vídeo da Cultura. É escritor, militante dos direitos civis e a BBC lhe pediu desculpas pelo tratamento da âncora idiota.
  Video enviado por Lupe Garcia ao jornal da Cultura.
 

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

O BRASILEIRÃO ACABOU- por ALDO VOTTO

A competição nacional de clubes brasileiros de futebol mudou. O nome “Brasileirão” talvez tenha se tornado impróprio.

O marco pode ser escolhido entre vários, mas, por simplicidade, pode-se adotar, por exemplo, o desmantelamento do chamado Clube dos Treze.

Juntem-se alguns outros elementos novos e uma pitada dos velhos, como a instituição do campeonato por pontos “corridos”; a possibilidade de compra e venda de jogadores em meio à competição; a manutenção da semiprofissionalização da categoria de árbitros; a ampliação do chamado pay-per-view; a manutenção da estrutura organizacional de federações e confederação; a unificação dos títulos das competições interestaduais prévias a 1971, etc., e a novidade está consolidada.

A grande inovação é que voltamos à ordem do século passado no futebol do país.

Isto é, já sabemos de antemão quais os clubes competirão pelo título, quais serão aqueles que comporão obstáculos no caminho dos futuros campeões e, eventualmente se revezarão com os primeiros, quais os que servirão como valorosos sparrings em partidas renhidas e quais os que permitirão a demonstração do brilho e habilidade dos craques do primeiro e segundo grupos por meio de vitórias consagradoras ou goleadas humilhantes.

O motivo agora, um pouco distinto daquele das décadas de 40 a 60 do século XX, é a hegemonia absoluta da dimensão financeira dos jogos de futebol, seja pelas negociações inerentes à disputa esportiva – jogadores, ingressos nos estádios, etc. - seja pelas rendas obteníveis por empresas de comunicação ou mesmo pelas incontáveis possibilidades de compra e venda de produtos e marcas associadas aos clubes e patrocinadores.

Para facilitar o entendimento – não se trata de uma regra pétrea porque, afinal, sempre existe uma mínima probabilidade de que aconteça o inesperado em qualquer ação humana – dividamos os vinte clubes atuais do campeonato brasileiro, o Brasileirão, em cinco quartetos: ouro; prata; cobre; ferro e chumbo.

No quarteto de ouro estão os sempiternos, daqui para a frente, candidatos ao título e detentores das maiores torcidas ao longo do país e, consequentemente, donos das maiores audiências de TV : Flamengo e Coríntians; Vasco e Palmeiras.

A seguir, no grupo prata, estão os demais grandes clubes, torcidas e audiências de Rio e São Paulo: Botafogo e Santos; Fluminense e São Paulo.

No grupo de cobre, estão os clubes de torcidas e audiências estaduais e regionais que acumularam alguns títulos nacionais e internacionais no período de 1970 até a primeira década do século XXI: Internacional e Cruzeiro; Grêmio e Atlético Mineiro.

Prosseguindo na singela hierarquia dos metais, o quarteto seguinte é o de ferro, composto por clubes de grandes torcidas estaduais e que alcançaram esporádicos títulos ou disputas de finais nacionais no período citado: Coritiba e Bahia; Atlético Paranaense e Ceará. A partir deste quarteto, iniciam-se as maiores possibilidades de alteração na sua composição de um ano para outro, com a entrada de candidatos vindos do quaterno descrito logo a seguir, ou mesmo do purgatório da segundona.

E, finalmente, o quarteto de chumbo, cujo peso ameaça constantemente a queda para a série B, mas não a determina obrigatoriamente, é claro. Amplamente mutável de ano para ano, no exemplo do Brasileirão atual está composto por: Figueirense e América Mineiro; Avaí e Atlético Goianiense.

É isto. É como já disse o compositor popular: “Tudo está no seu lugar, Graças a Deus! Graças a Deus!”

Fica a sugestão aos clubes componentes dos grupos de cobre, ferro e chumbo: estabeleçam metas mais modestas e dediquem-se com maior interesse às suas competições estaduais e, quem sabe, comecem a pensar na criação de campeonatos inter ou intrarregionais como sul, centro-oeste e nordeste, com a possibilidade da nobre participação especial dos clubes de Minas Gerais em qualquer delas.

 
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